domingo, 30 de novembro de 2014

Notícias | Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação

Notícias | Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação

São Paulo terá 369 mil hectares disponíveis para novos plantios até 2017 - Portal Embrapa

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Recuperação de áreas degradadas - Portal Embrapa

Recuperação de áreas degradadas - Portal Embrapa

SiBBr :: Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira

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Ministério do Turismo - Turismo abre consulta pública sobre qualificação profissional

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domingo, 23 de novembro de 2014

Publicada a 8ª edição do Intercâmbio Comercial do Agronegócio | Brasil Export

Publicada a 8ª edição do Intercâmbio Comercial do Agronegócio | Brasil Export

Brasil Export

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Aprendex

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Vitrine do Exportador

Vitrine do Exportador

BrasilGlobalNet

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Sistema GEDAVE - CDA - Coordenadoria de Defesa Agropecuária

Sistema GEDAVE - CDA - Coordenadoria de Defesa Agropecuária

SISTEMA RADAR COMERCIAL

http://www.radarcomercial.com.br/

http://portal.siscomex.gov.br/

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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

BOITEL - BEZERROS NELORE, ÓTIMA QUALIDADE

BOITEL - VACAS NELORE EM PARCERIA

BOITEL FAZENDA ANDRÉIA - CAVALGADA, ESCOLHENDO OS CAVALOS

NO BOITEL, CAVALGANDO ATÉ A FLORESTA DE PINUS E PASTAGENS MANEJADAS

NA CAVALGADA, ATRAVESSANDO UM RIACHO

CAVALGADA NO BOITEL

CAVALGADA - GOIABEIRAS

BOITEL FAZENDA ANDRÉIA - PAINTBALL

BOITEL FAZENDA ANDRÉIA - PAINTBALL

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Intoo - A maneira fácil de pedir crédito

Boitel fazenda andréia fundacity

Boitel fazenda andréia fundacity

BOITEL FAZENDA ANDRÉIA

BOITEL FAZENDA ANDRÉIA

PECUARISTAS

https://www.facebook.com/NeloreOV?fref=pb&hc_location=profile_browser

PECUARISTAS

https://www.facebook.com/pages/Nelore-Santa-Beatriz/463092650399648?fref=pb&hc_location=profile_browser

Damasceno esclarece a senadora urgência da Indenização de Fronteira

Damasceno esclarece a senadora urgência da Indenização de Fronteira

Google Drive Blog: Launch desktop applications from Google Drive in Chrome

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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Rondonoticias - Integração Lavoura-Pecuária-Floresta como alternativa para pecuária na Amazônia

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O que é e quais os benefícios da Estação de Monta? - PECUÁRIA.COM.BR

O que é e quais os benefícios da Estação de Monta? - PECUÁRIA.COM.BR

Criadores de gado de corte melhoram resultados ao utilizar pecuária de precisão - Campo e Lavoura - Notícias - Zero Hora

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Como produzir uma carne macia e suculenta - Campo e Lavoura - Notícias - Zero Hora

Como produzir uma carne macia e suculenta - Campo e Lavoura - Notícias - Zero Hora

Como produzir uma carne macia e suculenta - Campo e Lavoura - Notícias - Zero Hora

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Principais dicas para vacinação e prevenção de doenças do gado

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terça-feira, 4 de novembro de 2014

Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada - CEPEA/ESALQ/USP

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O Debate - Refis da Copa será reaberto em dezembro

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Com 40 mil hectares, MS possui a 3ª maior área de bambu nativo do Brasil | Famasul

Com 40 mil hectares, MS possui a 3ª maior área de bambu nativo do Brasil | Famasul

Agência USP de Inovação

Agência USP de Inovação

My presentations

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Parque Científico Unicamp » Objetivos

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Centro Paula Souza - Etec, Fatec, Vestibular, Vestibulinho, Ensino Gratuito, Cursos Gratuitos, Governo de São Paulo

Centro Paula Souza - Etec, Fatec, Vestibular, Vestibulinho, Ensino Gratuito, Cursos Gratuitos, Governo de São Paulo

Coletiva - novidades IRPF/2015

domingo, 2 de novembro de 2014

O Sistema de Gestão Fundiária (SIGEF) é uma ferramenta eletrônica desenvolvida pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para subsidiar a governança fundiária do território nacional.

https://sigef.incra.gov.br/

O Sistema de Gestão Fundiária (SIGEF) é uma ferramenta eletrônica desenvolvida pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para subsidiar a governança fundiária do território nacional.
Por ele são efetuadas a recepção, validação, organização, regularização e disponibilização das informações georreferenciadas de limites de imóveis rurais, públicos e privados.
O projeto SIGEF foi apresentado pela Câmara Técnica de Ordenamento Territorial, Regularização Fundiária e Gestão Ambiental do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRS Xingu). O desenvolvimento do projeto é coordenado pela SERFAL/MDA, com especificação em parceria com o INCRA, que contribuiu com o conhecimento previamente acumulado para o projeto de certificação automatizada e-Certifica.
Por meio do SIGEF são realizadas a certificação de dados referentes a limites de imóveis rurais (§ 5º do art. 176 da Lei nº 6.015, de 31 de dezembro de 1973) e a gestão de contratos de serviços de georreferenciamento com a administração pública, compreendendo:
  1. Credenciamento de profissional apto a requerer certificação;
  2. Autenticidade de usuários do sistema com certificação digital, seguindo padrões da Infraestrutura de Chaves Públicas (ICP-Brasil)[1];
  3. Recepção de dados georreferenciados padronizados, via internet;
  4. Validação rápida, impessoal, automatizada e precisa, de acordo com os parâmetros técnicos vigentes;
  5. Geração automática de peças técnicas (planta e memorial descritivo), com a possibilidade de verificação de autenticidade online;
  6. Gerência eletrônica de requerimentos relativos a parcelas: certificação, registro, desmembramento, remembramento, retificação e cancelamento;
  7. Possibilidade de inclusão de informações atualizadas do registro de imóveis (matrícula e proprietário) via internet, permitindo a efetiva sincronização entre os dados cadastrais e registrais;
  8. Gestão de contratos de serviços de georreferenciamento com a administração pública, com acesso para órgãos públicos, empresas, responsáveis técnicos e fiscais;
  9. Pesquisa pública de parcelas certificadas, requerimentos e credenciados.

[1] Utilizando-se a certificação digital, as declarações prestadas no sistema presumem-se verdadeiras em relação aos signatários, na forma do art. 219, da Lei 10.406, de 10 de janeiro de 2002 - Código Civil.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

A CATI, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Governo do Estado de São Paulo, desde 1967, quando foi criada, vem trabalhando para o produtor rural, prestando serviços e oferecendo seus produtos

http://www.cati.sp.gov.br/new/index.php



Nossa Missão:
Promover o desenvolvimento rural sustentável, por meio de programas e ações participativas com o envolvimento da comunidade, de entidades parceiras e de todos os segmentos dos negócios agrícolas. "
A CATI, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Governo do Estado de São Paulo, desde 1967, quando foi criada, vem trabalhando para o produtor rural, prestando serviços e oferecendo seus produtos (DECRETO nº 41.608 de 24/2/1997 - Reorganização da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral - CATI, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento e dá providências correlatas).
Com sede em Campinas (SP), a rede da CATI é composta por 40 Escritórios de Desenvolvimento Rural (EDRs) distribuídos nas várias regiões do Estado de São Paulo. Os 40 EDRs englobam as Casas de Agricultura municipais ( Veja a relação de municípios por região ) que estão presentes em todos os municipios do Estado de São Paulo. Além disto, a CATI possui 21 Núcleos de Produção de Sementes, Mudas e Matrizes, produzindo variedades de sementes e mudas.
Da integração entre governo e sociedade é que estão surgindo as novas soluções.Com incentivo à parceria e aos convênios, respeitando as características e as necessidades de cada região,a CATI vem deixando sua marca no desenvolvimento e modernização da agricultura paulista.
Os serviços e produtos da CATI estão disponíveis aos agricultores e pecuaristas nas Casas da Agricultura, onde engenheiros agrônomos, engenheiros agrícolas, zootecnistas e médicos veterinários prestam informações e orientam o produtor rural na condução de seus negócios agrícolas.

Na estação de monta, criadores investem no manejo reprodutivo para aumentar número de bezerros nascidos

http://pecuaria.ruralbr.com.br/noticia/2014/10/na-estacao-de-monta-criadores-investem-no-manejo-reprodutivo-para-aumentar-numero-de-bezerros-nascidos-4632195.html

domingo, 26 de outubro de 2014

Maior rentabilidade para quem investe em tecnologia

Maior rentabilidade para quem investe em tecnologia

Este é um ano de rentabilidade maior para o pecuarista, conforme as projeções dos especialistas. Segundo Rogério Romanini, diretor de relações institucionais da Famato (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso), os preços em toda a cadeia do boi gordo, do bezerro desmamado ao gado terminado, estão melhores e remunerando maisos bovinocultores de cortes. “Isso já estava na hora de acontecer, pois há tempos os preços estavam defasados; os custos eram diferentes e havia casos de produtores buscando outras atividades”, explica. Essa rentabilidade, diz Romanini, ocorre por uma combinação de oferta menor e demanda maior – principalmente externa –, o que eleva os preços.

Conforme análise de mercado do Rabobank, os preços devem se manter firmes no segundo trimestre de 2014. Isso confirma a avaliação do diretor da Famato sobre a baixa oferta de animais no mercado interno e forte demanda internacional pela carne brasileira. A realização da Copa do Mundo no Brasil também deve aquecer a demanda por carne bovina, pressionando os preços no atacado. “A percepção de alta atratividade para confinamento em 2014 deve elevar o número de cabeças confinadas, recuperando a forte queda observada em 2013”, diz o relatório.

Pressão sobre preços

Para Paulo Araripe, consultor da Boviplan Consultoria Agropecuária, este é um ano de grande insegurança política e econômica para o Brasil, em virtude das eleições presidenciais. Analistas econômicos e políticos acreditam na possibilidade de uma crise no país no segundo semestre do ano, o que provocaria uma pressão baixista muito grande sobre o preço da carne, principalmente no mercado interno.

Por outro lado, as exportações brasileiras de carne estão a todo vapor e, em conjunto com a desvalorização do real frente ao dólar e ao euro, provocaram uma grande entrada de reais, relativa à maior demanda pela carne brasileira no mercado externo. “Estes dois fatores se equilibrariam. Ou teremos uma estabilidade de preços para o final do ano ou um pequeno crescimento”, afirma.

Araripe acredita ainda que há outro fator interessante a ser levado em consideração. Trata-se das margens dos frigoríficos brasileiros, que estão muito mais apertadas do que em 2013. Conforme o consultor, o preço pago pela arroba aos pecuaristas subiu bastante nos últimos quatro meses, pressionado pela baixa oferta do produto. Porém, o preço no varejo no mesmo período não acompanhou, diminuindo drasticamente as margens dos frigoríficos.

“Esta situação é bem atípica e pode ser um sinal de que, para o segundo semestre, dependendo dos resultados das eleições, teremos uma mexida no mercado interno. Há que se levar em conta que as exportações, não em volume, mas em reais, devem equilibrar esta conta”, avalia.

Em relação à demanda e oferta no mercado interno, Araripe avalia que a demanda está estabilizada, apesar de o consumo de carne suína e de frango estar em queda. Por causa da baixa oferta, a produção nacional está se segurando para conseguir suprir o mercado interno e exportar, a preços melhores. “Espera-se o equilíbrio do mercado interno para o final de 2014”, afirma.

Ele acredita que, se os frigoríficos não conseguirem repassar os preços do atacado (arroba para o pecuarista) para o varejo (consumidor final), haverá forte queda no valor da arroba. “Se o contexto político e econômico do país assim permitir, veremos aumento de preço ao consumidor”, diz.

Ajuste de oferta

Para Rogério Romanini, diretor de relações institucionais da Famato, a queda da oferta foi ocasionada pela redução do abate de bovinos este ano, principalmente de fêmeas. “Os cálculos do Imea (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária) mostram que estamos em uma das menores safras de boi gordo e, para piorar, houve problemas climáticos no centro-sul brasileiro”, avalia.

Sobre os custos de produção, dados do Imea revelam ainda um custo operacional total para a cria de R$ 93,25/@; para quem faz ciclo completo, de R$ 92,13/@; e, para quem faz somente engorda, de R$ 80,58/@. Para o criador, seu produto final é o bezerro, seja ele desmamado ou com um ano de vida, e, em Mato Grosso, esses animais estão sendo comercializados, segundo levantamento do Imea, a um preço de R$ 148,00/@. “Para os outros dois sistemas de criação (ciclo completo e engorda), o principal produto é o boi gordo e os preços de venda estão maiores que os custos de produção. Portanto, hoje o cenário é melhor, uma vez que os bovinocultores de corte estão ‘vencendo’ seus gastos”, analisa Romanini.

De acordo com Araripe, só é vantajosa a relação de custo de produção e renda para o produtor que estiver intensificando sua atividade pecuária, seja ela de cria, recria, engorda ou ciclo completo. “Pecuária de corte vive da economia de escala e, dentro deste contexto, só é viável com intensificação”, afirma. Manter 0,5/0,7 unidade animal por hectare é muito menos lucrativo do que intensificar a produção e passar a ter 2,0 unidades animais por hectare.

“A aplicação de insumos deve ser precedida de um projeto agropecuário para embasar o crescimento, caso contrário, o tiro pode sair pela culatra. Neste contexto, presenciaremos uma situação de aumento de custo de produção, sem aumento de receitas”, alerta Araripe. Segundo ele, para os confinadores a situação é um pouco diferente, pois os custos de produção aumentaram bastante. “É preciso fazer contas e avaliar o investimento. Em geral, para quem compra boi magro, o negócio está bem ruim, porém, para quem produz a própria reposição, o negócio pode ser excelente”, diz.

O consultor avalia ainda que, para o produtor que trabalha com tecnologia para intensificação da produção, o cenário é de maior rentabilidade. “Quem produzir mais na mesma unidade de produção vai ganhar mais. Já para o produtor que não investe em seu negócio e está estagnado em termos de produtividade e de aplicação de tecnologia, a tendência é de menor rentabilidade, pois os custos de produção estão subindo, atrelados à desvalorização do real”.

Lavoura-pecuária-floresta

Os pecuaristas de Mato Grosso, um dos Estados mais tecnificados do país, estão investindo em tecnologias para um uso mais racional do solo, através da integração lavoura-pecuária-floresta. Os produtores recuperam pastos degradados, aumentando a produtividade da área, e garantem um manejo mais sustentável dos recursos naturais, entre outros benefícios, para as culturas envolvidas. “Outras tecnologias que estão sendo difundidas referem-se à utilização da inseminação artificial (IF) e da inseminação artificial em tempo fixo (IATF), o que permite, entre outras coisas, o manejo mais racional das atividades da propriedade e o melhoramento genético do rebanho. Além disso, o próprio pastejo rotacionado pode ser citado, visto que é uma prática em implementação”, afirma Rogério Romanini.

O sistema de produção com maior vantagem para o produtor hoje é, sem dúvida, a pasto, complementa Paulo Araripe. “O custo de produção da arroba é bem menor neste caso. Se o sistema de confinamento for uma etapa do processo de engorda e terminação a pasto, aí sim teremos uma condição ideal entre produtividade, rentabilidade e qualidade de carne. Se ele for o sistema de produção de carne, então poderemos ter muitos problemas relativos à rentabilidade do negócio, embora este sistema seja muito mais fácil de operar”, avalia.

Do pasto ao confinamento

Quem apostou nessa combinação de engorda a pasto e terminação em confinamento foi a Ledacara Empreendimentos & Agropecuária. De acordo com Rodrigo Silva, diretor da empresa, foi tomada a decisão de iniciar, em 2011, a reforma das áreas de pastagens e agrícolas da fazenda de 250 alqueires, em Selvíria, em Mato Grosso do Sul. Dessa reforma resultaram cinco pastos rotacionados em 12 piquetes cada. Nesta safra 2013/14, a propriedade já está trabalhando sob novo manejo.

“Essa mesma área de 250 alqueires nos permitia ter entre 600 e 700 cabeças de gado, o que significava 400 unidades animais em área útil. Agora, depois da reforma, controle e análise de solo e adubação, a capacidade de lotação da fazenda subiu para 1,2 mil unidades animais em 2013”, conta Silva. Segundo ele, a estratégia da empresa é aproveitar o máximo de lotação possível no período de águas para que, na seca, possa começar a tirar o gado do pasto para levá-lo ao confinamento. Com isso, na época de baixo crescimento e desenvolvimento do pasto, a lotação dos rotacionados é reduzida. “Uma das vantagens é em seu nível mais alto, o que dá o benefício de o custo fixo ser diluído por maior número de cabeças”, explica.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Chamada CNPq-SETEC/MEC N º 17/2014 - Apoio a Projetos Cooperativos de Pesquisa Aplicada e de Extensão Tecnológica


http://www.cnpq.br/web/guest/chamadas-publicas?p_p_id=resultadosportlet_WAR_resultadoscnpqportlet_INSTANCE_0ZaM&filtro=abertas&detalha=chamadaDivulgada&idDivulgacao=4942

Chamada CNPq-SETEC/MEC N º 17/2014 - Apoio a Projetos Cooperativos de Pesquisa Aplicada e de Extensão Tecnológica

Apoiar projetos de pesquisa científica e tecnológica aplicada, de extensão tecnológica, que contribuam significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico do País nas seguintes Linhas de Apoio: Linha 1: PD&I ¿ projetos cooperados, entre Institutos Federais e Instituições Parceiras Demandantes, com foco em pesquisa aplicada, desenvolvimento e inovação (PD&I), visando à solução de problemas reais do setor produtivo. Linha 2: Extensão Tecnológica ¿ projetos cooperados entre Institutos Federais e Instituições Parceiras Demandantes, visando à promoção da melhoria contínua e o aumento da competitividade das Empresas, Associações ou Cooperativas, desenvolvendo ações de diagnóstico, transferência de tecnologia, serviços tecnológicos, propriedade intelectual e prospecção de oportunidades tecnológicas para Inovação nos Arranjos Produtivos Sociais e Culturais Locais. Linha 3: Torneio de Educação Profissional ¿ projetos que visem à preparação de alunos dos Institutos Federais para participação em competições de conhecimentos e competências técnicas de abrangências regional, nacional e internacional, tais como Olimpíadas do Conhecimento, OBAP, Worldskills, por meio de ações de difusão tecnológica, nucleação de grupos de estudantes e respectivos supervisores. Linha 4: Soluções Tecnológicas ¿ projetos cooperados elaborados e executados por professores com o envolvimento obrigatório de alunos de cursos técnicos com foco na solução de problemas reais, com natureza institucional, empresarial ou comunitária, por meio do desenvolvimento e aplicação de novos dispositivos, instrumentos, ferramentas, produtos ou processos de impacto econômico ou social, podendo haver cooperação com Instituições Parceiras Demandantes.


Inscrições:
  • 25/08/2014 a 23/10/2014

CHAMADA CNPQ/MCTI/SEPIN 12/2014 - PROGRAMA START-UP BRASIL

http://www.cnpq.br/web/guest/chamadas-publicas?p_p_id=resultadosportlet_WAR_resultadoscnpqportlet_INSTANCE_0ZaM&filtro=abertas&detalha=chamadaDivulgada&idDivulgacao=4962

Texas Farm Bureau

https://www.facebook.com/TexasFarmBureau

It is our goal to tell not only members, but the general public, about TFB's mission and commitment to providing a voice for farmers, ranchers, rural citizens and everyone interested in preserving and protecting this way of life.




















BOITEL - REBANHO